Horas encarando a folha em branco, pensando em algo bom para te escrever, mas não consegui sair dessas três palavras: Sinto tua falta.
Eu sinto tanto a tua falta, e tu nem sabe.. Porque tu estas aqui sempre, mas também sempre tão distante que parece nem estar. E esse teu estar sem estar é que me machuca. Me lembro da época em que realmente estavas, todos os dias, todas as horas, comigo.
Me dá um aperto no peito, um nó na garganta e, sem que eu possa impedir, uma lágrima escorre pelo meu rosto. Duas, três, várias.. Molho o travesseiro, mas sossego meu coração. Meu coração amargurado, saudoso e estúpido, mas que nunca vai esquecer de quando tu realmente estavas aqui.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Duas metades
Não precisava mais
escrever seus textos para se sentir inteira, tinha encontrado sua outra metade
na vida real. Seus sonhos finalmente haviam se tornado realidade, ela estava
completa de novo. Ela não era mais apenas ela. Ela agora tinha ele. Ela agora
era eles. Eles eram uma mistura de “Eduardo e Mônica” do Legião Urbana com “Vem
Cá” do Shawlin. Ela não se importava com a diferença de idade ou da realidade
que viviam, tampouco se deixava abalar pela distância que havia entre eles, ou
pelas pessoas que desejavam seu mal. Dessa vez ela sabia que era muito mais
forte do que qualquer empecilho que surgisse em seu caminho. Finalmente havia
se encontrado em outra pessoa, como jamais conseguira antes. Ela era eu. E eu
era ela. E ele? Ah... Ele era apenas quem tinha novamente dado vida para
ela. Para mim. Para nós. <|3
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